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	<title>PORTALDASNOTICIAS.COM &#187; Crítica</title>
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		<title>Crítica &#124; Segredos de Sangue</title>
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		<pubDate>Fri, 14 Jun 2013 18:19:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Faulin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p><p><a href="http://www.portaldasnoticias.com/critica-segredos-de-sangue/">Crítica | Segredos de Sangue</a> - <a href="http://www.portaldasnoticias.com">PORTALDASNOTICIAS.COM</a></p><p>Sendo &#8216;Segredos de Sangue&#8216; (Stoker) o primeiro filme em língua inglesa do sul-coreano Park Chan-Wook, conhecido por sua &#8216;Trilogia da Vingança&#8217;, marcada por seu filme central, [...]<p><p style="padding:5px;background: #ffb429;border:1px solid #ccc;clear:both;color: #000;"><a href="http://www.portaldasnoticias.com" target="_blank"><img src="http://www.portaldasnoticias.com/wp-content/uploads/2011/07/ponotpq.png" alt="Portaldasnoticias.com" style="float:left;padding:0 5px 5px 0"></a><b>Post originalmente publicado no <a style="color: #000;" href="http://www.portaldasnoticias.com" target="_blank">Portaldasnoticias.com</a><br> <a style="color: #000;" href="http://www.facebook.com/portaldasnoticias" target="_blank">Facebook</a> | <a style="color: #000;" href="http://www.twitter.com/portalnoticias" target="_blank">Twitter</a> | <a style="color: #000;" href="http://www.portaldasnoticias.com/contato/" target="_blank">Contato</a> | <a style="color: #000;" href="http://www.portaldasnoticias.com/contato/publicidade/" target="_blank">Anuncie</a><br style="clear:both"></b></p></p>
</p></p><p><a href="http://www.portaldasnoticias.com/critica-segredos-de-sangue/">Crítica | Segredos de Sangue</a> - <a href="http://www.portaldasnoticias.com">PORTALDASNOTICIAS.COM</a></p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.portaldasnoticias.com/critica-segredos-de-sangue/">Crítica | Segredos de Sangue</a> - <a href="http://www.portaldasnoticias.com">PORTALDASNOTICIAS.COM</a></p><p><a href="http://www.portaldasnoticias.com/wp-content/uploads/2013/06/stoker2.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-28131" alt=" Crítica | Segredos de Sangue" src="http://www.portaldasnoticias.com/wp-content/uploads/2013/06/stoker2-615x307.jpeg" width="615" height="307" title="Crítica | Segredos de Sangue" /></a></p>
<p>Sendo &#8216;<strong>Segredos de Sangue</strong>&#8216; (<em>Stoker</em>) o primeiro filme em língua inglesa do sul-coreano <strong>Park Chan-Wook</strong>, conhecido por sua &#8216;Trilogia da Vingança&#8217;, marcada por seu filme central, &#8216;<strong>Oldboy</strong>&#8221; (2003) &#8211; atualmente sendo refilmado por Spike Lee &#8211; Chan-Wook  preserva o estilo violento, marca registrada do diretor, numa história movida pela vingança no estilo mais admirado por Quentin Tarantino, que já se revelou admirador do estilo cinematográfico de Park.</p>
<p>Criando uma atmosfera que foge à realidade, &#8216;Stoker&#8217; revela um mundo à parte onde a adolescente <strong>India</strong> (<strong>Mia Wasikowska</strong>) acaba de completar 18 anos, e, no mesmo momento, perde o pai (Dermot Mulroney) após um desconhecido acidente de carro. Contada pelo ponto de vista da jovem, somos tomados pela sensação de ilusionismo, quando em um momento de luto profundo, o espectador é levado ao estranho mundo da garota. Contudo, nem tudo é o que parece, e competentemente a trama vai sendo revelada sutilmente, dando ao público a possibilidade de ficar intrigado em certos momentos, seja pelas insinuantes cenas protagonizadas pela sobrinha e o tio ou pela mãe e o cunhado.</p>
<p>Intérprete de &#8216;Alice no País das Maravilhas&#8217; (2010), de Tim Burton, a jovem <strong>Mia Wasikowska</strong> estreia em um filme do diretor sul-coreano com um currículo respeitável &#8211; que inclui <em>Albert Nobbs </em>(2011) e <em>Os Infratores</em> (2012) &#8211; debaixo do braço. Sua presença nas telas reforça a estranheza no estilo adotado pela atriz, facilmente adaptável a atmosfera proposta pelo roteiro de Wentworth Miller &#8211; Sim, aquele da série <em>Prision Break </em>- que aparece com o pseudônimo de Ted Foulke. Já <strong>Nicole Kidman</strong> aparece com menos brilho e apesar de não fazer feio nas cenas mais dramáticas, a atriz soa artificial em alguns takes e deixa a desejar se comparada ao ator <strong>Matthew Goode</strong> &#8211; lembram dele em <em>Matchpoint</em> (2005)? &#8211; que transmite expressividade de sobra, ofuscada apenas pelos flashbacks, que ora parecem fazer o seu trabalho ao invés de deixar que sua própria personagem revele, ora cumprem a função de ameaçar revelar algum segredo sangrento que facilmente irá chocar o espectador.</p>
<p><a href="http://www.portaldasnoticias.com/wp-content/uploads/2013/06/stoker5.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-28134" alt="stoker5 615x377 Crítica | Segredos de Sangue" src="http://www.portaldasnoticias.com/wp-content/uploads/2013/06/stoker5-615x377.jpg" width="615" height="377" title="Crítica | Segredos de Sangue" /></a></p>
<p>Esteticamente o filme promove um verdadeiro espetáculo de cores saturadas que dão o clima perfeito de mistério e inquietação necessários para prender o público até o último instante de projeção. Jogadas de câmera, direção de arte deslumbrante e uma fotografia bem trabalhada, além da sonoridade condizente ao clima proposto &#8211; produzida pelo lendário Clint Mansell, responsável por trilhas marcantes como a de <em>Réquiem Para Um Sonho</em> e <em>Cisne Negro</em> - tornam a experiência mais interessante e surpreendente, sendo nitidamente uma referência ao estilo particular de Hitchcock em filmes como <em>A Sombra de Uma Dúvida</em> e <em>Frenesi</em>. A alusão é muito bem vinda, já que o ritmo se encaixa perfeitamente na trama de tensão referida.</p>
<p>De forma meticulosa, beirando ao sadismo, somos conduzidos para o correto ambiente familiar que omite sua real faceta, escondida pela máscara das aparências e ocultada através de pensamentos pecaminosos e incestuosos que geram a violência através do sexo. Insinuações, brincadeiras e sangue cravam a marca do diretor em sua estreia em Hollywood. Que seja classificado como um drama familiar ou um thriller psicológico, o filme permite ao espectador um ótimo momento de reflexão. Trata-se de um filme inquietante, provocativo e cheio de vislumbres.</p>
<p>Comandando um time de peso, seja através da escolha de atores, trilha-sonora, direção de fotografia e um bom roteiro, <strong>Park Chan-Wook</strong> mostra que seu experimento hollywoodiano certamente só poderia lhe render ótimos frutos. Sua visão para imagens suntuosas e a paixão pelo universo soturno, além das explanações atmosféricas habitadas por figuras sombrias e lúgubres, obviamente tornam este lançamento uma boa escolha para fugir da obviedade cinematográfica. Trata-se de um filme bem desenvolvido por alguém que ainda deve deixar sua marca na concorrida Calçada da Fama.</p>
<p><p style="padding:5px;background: #ffb429;border:1px solid #ccc;clear:both;color: #000;"><a href="http://www.portaldasnoticias.com" target="_blank"><img src="http://www.portaldasnoticias.com/wp-content/uploads/2011/07/ponotpq.png" alt="ponotpq Crítica | Segredos de Sangue" style="float:left;padding:0 5px 5px 0" title="Crítica | Segredos de Sangue" /></a><b>Post originalmente publicado no <a style="color: #000;" href="http://www.portaldasnoticias.com" target="_blank">Portaldasnoticias.com</a><br> <a style="color: #000;" href="http://www.facebook.com/portaldasnoticias" target="_blank">Facebook</a> | <a style="color: #000;" href="http://www.twitter.com/portalnoticias" target="_blank">Twitter</a> | <a style="color: #000;" href="http://www.portaldasnoticias.com/contato/" target="_blank">Contato</a> | <a style="color: #000;" href="http://www.portaldasnoticias.com/contato/publicidade/" target="_blank">Anuncie</a><br style="clear:both"></b></p></p>
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		<title>Crítica &#124; O Grande Gatsby</title>
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		<pubDate>Thu, 06 Jun 2013 20:00:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Faulin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p><p><a href="http://www.portaldasnoticias.com/critica-o-grande-gatsby-2/">Crítica | O Grande Gatsby</a> - <a href="http://www.portaldasnoticias.com">PORTALDASNOTICIAS.COM</a></p><p>Baz Luhrmann já era conhecidíssimo do público pelo atípico &#8216;Romeu + Julieta&#8217; (1996), e pelo sempre lembrado &#8216;Moulin Rouge&#8217; (2001), diferentemente do rejeitado Austrália (2008). [...]<p><p style="padding:5px;background: #ffb429;border:1px solid #ccc;clear:both;color: #000;"><a href="http://www.portaldasnoticias.com" target="_blank"><img src="http://www.portaldasnoticias.com/wp-content/uploads/2011/07/ponotpq.png" alt="Portaldasnoticias.com" style="float:left;padding:0 5px 5px 0"></a><b>Post originalmente publicado no <a style="color: #000;" href="http://www.portaldasnoticias.com" target="_blank">Portaldasnoticias.com</a><br> <a style="color: #000;" href="http://www.facebook.com/portaldasnoticias" target="_blank">Facebook</a> | <a style="color: #000;" href="http://www.twitter.com/portalnoticias" target="_blank">Twitter</a> | <a style="color: #000;" href="http://www.portaldasnoticias.com/contato/" target="_blank">Contato</a> | <a style="color: #000;" href="http://www.portaldasnoticias.com/contato/publicidade/" target="_blank">Anuncie</a><br style="clear:both"></b></p></p>
</p></p><p><a href="http://www.portaldasnoticias.com/critica-o-grande-gatsby-2/">Crítica | O Grande Gatsby</a> - <a href="http://www.portaldasnoticias.com">PORTALDASNOTICIAS.COM</a></p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.portaldasnoticias.com/critica-o-grande-gatsby-2/">Crítica | O Grande Gatsby</a> - <a href="http://www.portaldasnoticias.com">PORTALDASNOTICIAS.COM</a></p><p><a href="http://www.portaldasnoticias.com/wp-content/uploads/2013/06/gatsby01.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-28051" alt="gatsby01 615x347 Crítica | O Grande Gatsby" src="http://www.portaldasnoticias.com/wp-content/uploads/2013/06/gatsby01-615x347.jpg" width="615" height="347" title="Crítica | O Grande Gatsby" /></a></p>
<p><strong>Baz Luhrmann</strong> já era conhecidíssimo do público pelo atípico &#8216;Romeu + Julieta&#8217; (1996), e pelo sempre lembrado &#8216;Moulin Rouge&#8217; (2001), diferentemente do rejeitado Austrália (2008). Com &#8217;<strong>O Grande Gatsby</strong>&#8216;, o cineasta tinha uma difícil missão pela frente: agradar ao público e fazê-lo acreditar que o que estava fazendo era algo maior do que um derradeiro espetáculo visual de imagens lúdicas, profundidade proporcionada pelos recursos 3D e uma ousada sonoplastia atípica à obra adaptada, ou melhor, desconstruída.</p>
<p><strong>Leonardo DiCaprio</strong>, <strong>Tobey Maguire</strong> e <strong>Carey Mulligan</strong> se reúnem no elenco principal para formarem um trio e tanto que competentemente leva o espectador a um majestoso cenário moderno que representa a devassidão e a luxúria dos anos 20. Época, essa, em que a prosperidade e a liberdade dos americanos era animada pelo som das &#8216;jazz &#8211; bands&#8217; e pelo charme das melindrosas, que traduziam em seu comportamento e modo de vestir o espírito da também chamada &#8216;Era do Jazz&#8217;. A sociedade dos anos 20, além da ópera ou do teatro, também era frequentadora assídua dos cinematógrafos, que exibiam os filmes de <strong>Hollywood</strong>. As mulheres copiavam as roupas e os trejeitos das atrizes famosas e, livre dos espartilhos, usados até o final do século 19, começavam a se permitir mostrar as pernas, o colo, além de usar maquiagens carregadas, um escândalo para os mais reacionários. Tudo isso, claro, antes da queda da bolsa de Nova York, ocorrida no final da década, o que pôs fim ao cenário descrito. Tudo isso aparece modificado e assegurado ao devaneio de Luhrmann, que atualiza o cenário sem que sua essência possa ser destruída.</p>
<p>Logo de imediato somos apresentados a Nick Carraway (Tobey Maguire), um jovem comerciante que, no momento em que abandona a proteção de seu lar, mudando-se para o Leste, é levado a se instalar numa casa relativamente modesta, sem a cobertura social e financeira que tinha da família do <em>middwest</em>. Um dia, o jovem é surpreendido pela sombra de um homem que observa atentamente o outro lado do rio em busca de algo escondido por de trás de um farol que transmite uma luz verde. É então que Nick começa a apresentar um grande fascínio pelo misterioso Jay Gatsby (Leonardo DiCaprio). Após ser convidado pelo milionário para uma grande festa, o relacionamento de ambos acaba se tornando uma forte amizade. Quando Nick descobre que seu amigo tem uma antiga paixão por sua prima Daisy Buchanan (Carey Mulligan), ele resolve reaproximar os dois, deixando de lado o fato dela ser casada com seu velho amigo dos tempos de faculdade, o também endinheirado e arrogante Tom Buchanan (Joel Edgerton).</p>
<p><a href="http://www.portaldasnoticias.com/wp-content/uploads/2013/06/gatsby02.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-28050" alt="gatsby02 615x347 Crítica | O Grande Gatsby" src="http://www.portaldasnoticias.com/wp-content/uploads/2013/06/gatsby02-615x347.jpg" width="615" height="347" title="Crítica | O Grande Gatsby" /></a></p>
<p>E para esta produção grandiosa que sucede três outras adaptações cinematográficas, o cineasta australiano não economizou nem um pouco. Para criar os cenários deslumbrantes do filme, por exemplo, foram utilizados 288 mil cristais Swarovski apenas para formar o lustre da sala do misterioso personagem, que evidentemente proporcionou a produção um verdadeiro espetáculo de cores deslumbrantes, festas ferozes e um sonoro hip hop contemporâneo de fundo. Aqui, Luhrmann mantém o padrão adotado em suas produções anteriores e desconstrói a obra original, deixando de lado o jazz e a música clássica, para abrir espaço para o hip-hop, a música pop (bastante repaginada) e a sutil utilização de uma sonoridades techno. Luhrmann encara os anos 20 como uma época de desvario e indecorosidade, e interpreta as festas de Gatsby como uma concentração da falta de moral e da decadência que, segundo a visão do autor que inspirou o filme, andam de mãos dadas com a elite e a riqueza.</p>
<p>&#8216;O Grande Gatsby&#8217; é, sobretudo, uma grande história de amor, da paixão de uma rapaz pobre e interiorano por uma garota rica, do sonho romântico em torno do qual este personagem cativante esboçou sua vida, até que pudesse se tornar um magnata. Um dos pontos fortes do livro é nos colocar no lugar de seu protagonista e sentir com ele a real dúvida que drapeja em sua cabeça. Afinal, a mimada Daisy realmente o ama? Neste momento nota-se que <strong>Luhrmann</strong> e<strong> DiCaprio </strong>interagem em uma similaridade e dão o tom certo ao ator para que ele se pareça completamente com sua inspiração. Mais uma vez DiCaprio se mostra um ator grandioso para a sua geração e nos deleita com a fragilidade necessária para tornar o personagem em um completo humano, quase como se estivesse saindo das páginas e das telas para nos mostrar o seu mundo, o qual ele construiu passo a passo, da personalidade às aquisições materiais, da elegância do jeito refinado de se vestir às festas regadas ao melhor dos champagne, a música mais contemporânea e as personalidades locais mais presentes.</p>
<p>Seja buscando inspiração em Fitzgerald ou Shakespeare, Luhrmann deixa a desejar quando tornar o filme ostensivo e deixando a complexidade que o público almeja bastante de lado. Se ora a obra literária sugere que o espectador pense adiante, é bom refletir que muitas vezes o luxo excessivo na personificação de sua ilusão pode provocar um vazio inexplicável que vai decepcionar aos que buscam um toque a mais de sensibilidade em uma trama extravagante e que ainda assim se mostra vazia por dentro. Seria essa a real arma apontada pelo diretor ou apenas um deslize em sua capacidade de clarear sua visão ao público? Isso é o que o espectador deverá decidir.</p>
<p><p style="padding:5px;background: #ffb429;border:1px solid #ccc;clear:both;color: #000;"><a href="http://www.portaldasnoticias.com" target="_blank"><img src="http://www.portaldasnoticias.com/wp-content/uploads/2011/07/ponotpq.png" alt="ponotpq Crítica | O Grande Gatsby" style="float:left;padding:0 5px 5px 0" title="Crítica | O Grande Gatsby" /></a><b>Post originalmente publicado no <a style="color: #000;" href="http://www.portaldasnoticias.com" target="_blank">Portaldasnoticias.com</a><br> <a style="color: #000;" href="http://www.facebook.com/portaldasnoticias" target="_blank">Facebook</a> | <a style="color: #000;" href="http://www.twitter.com/portalnoticias" target="_blank">Twitter</a> | <a style="color: #000;" href="http://www.portaldasnoticias.com/contato/" target="_blank">Contato</a> | <a style="color: #000;" href="http://www.portaldasnoticias.com/contato/publicidade/" target="_blank">Anuncie</a><br style="clear:both"></b></p></p>
<p><a href="http://www.portaldasnoticias.com/critica-o-grande-gatsby-2/">Crítica | O Grande Gatsby</a> - <a href="http://www.portaldasnoticias.com">PORTALDASNOTICIAS.COM</a></p>]]></content:encoded>
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		<title>Crítica &#124; Se Beber, Não Case! Parte III</title>
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		<pubDate>Tue, 28 May 2013 16:28:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Faulin</dc:creator>
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</p></p><p><a href="http://www.portaldasnoticias.com/critica-se-beber-nao-case-parte-iii/">Crítica | Se Beber, Não Case! Parte III</a> - <a href="http://www.portaldasnoticias.com">PORTALDASNOTICIAS.COM</a></p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.portaldasnoticias.com/critica-se-beber-nao-case-parte-iii/">Crítica | Se Beber, Não Case! Parte III</a> - <a href="http://www.portaldasnoticias.com">PORTALDASNOTICIAS.COM</a></p><p><a href="http://www.portaldasnoticias.com/wp-content/uploads/2013/05/hang01.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-27960" alt="hang01 615x336 Crítica | Se Beber, Não Case! Parte III" src="http://www.portaldasnoticias.com/wp-content/uploads/2013/05/hang01-615x336.jpg" width="615" height="336" title="Crítica | Se Beber, Não Case! Parte III" /></a></p>
<p>Desde que elas se tornaram arrebatadoras de ingressos nos cinema, as trilogias vêm ganhando cada vez mais espaço nas telonas. Para uma franquia ser bem sucedida, ela precisa ter pelo menos três filmes bons para completar sua trajetória de sucesso. Claro que isso é uma grande bobagem, afinal, o que realmente importa é que novos filmes tenham algum sentido para acontecerem, seja pelo &#8216;algo a mais&#8217; que seria interessante mostrar ao espectador ou simplesmente pra agradar a um público já cativo que quer apenas ter um pouco mais de sua produção favorita para fazer valer sua ida as salas de cinema.</p>
<p>&#8216;<strong>Se Beber, Não case &#8211; Parte III</strong>&#8216; é uma dessas produções que foram feitas para gerar mais lucro. O problema é que, partindo de uma estratégia diferente, há grandes chances do novo filme de  Todd Phillips cair no esquecimento, já que suas antecessoras são consideravelmente superiores ao novo episódio protagonizado pelo Bando de lobos vivido por <strong>Bradley Cooper</strong>, <strong>Ed Helms</strong>, <strong>Zach Galifianakis </strong>e <strong>Justin Bartha</strong>: Phil, Stu, Alan e Doug, respectivamente. Com o humor escrachado de sempre, os amigos se envolvem em uma nova enrascada quando Alan está deprimido devido à morte de seu pai e precisa contar com a ajuda do cunhado, Doug, que sugere levá-lo a uma clínica especializada em casos com os dele na companhia de Phil e Stu. É nesse caminho que surge uma intervenção de um antigo companheiro do Bando, o <strong>Mr Chow (Ken Jeong)</strong>, que está sendo perseguido por um magnata que teve sua fortuna roubada pelo insano colega de bebedeiras chinês.</p>
<p><a href="http://www.portaldasnoticias.com/wp-content/uploads/2013/05/hang4.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-27989" alt="hang4 Crítica | Se Beber, Não Case! Parte III" src="http://www.portaldasnoticias.com/wp-content/uploads/2013/05/hang4.jpg" width="615" height="288" title="Crítica | Se Beber, Não Case! Parte III" /></a></p>
<p>Animais protagonizam o humor negro da vez. Girafas, macacos e cachorros são vítimas de todos os tipos de maluquice vividas pelo grupo. Tendo uma sequência inicial com bastante potencial, o filme aparentemente vai levando o público às gargalhadas. O problema começa quando o espectador começa a se perguntar quando os integrantes do Bando terão a &#8216;hangover&#8217; (ressaca, em inglês) do título original do filme, ou então o casamento que costuma ser o elo de ligação do arco principal e que também faz juz ao título nacional &#8216;Se Beber, Não case&#8217;. Sem estes elementos, resta apelar pras cenas bizarras e audaciosas da produção, tentando entreter o coletivo sem tornar a fita cansativa. Mas ela se torna, não há escapatória.</p>
<p>Com mais destaque do que nos longas anteriores, Mr. Chow e Alan quase que dominam por completo todos os holofotes da projeção. Sem dúvidas <strong>Zach Galifianakis </strong>sabe como levar sua personagem ao extremo sem parecer chato. Já <strong>Ken Jeong</strong> ilustra brilhantemente o desvairado Chow, que ora é conduzido por um roteiro que o coloca nas melhores cenas, ora o afasta para depois nos surpreender com seus retornos triunfais.</p>
<p>Divertido, massante e um tanto quanto decepcionante, a terceira e última parte da trilogia <em>Hangover</em> termina de forma mais tímida. Para os novatos que não se envolveram com esse time de atores que conquistaram as bilheterias de todo o mundo no ano de 2009, fica a chance para entender o porquê gostamos tanto deles. Criticado anteriormente por &#8217;repetir a fórmula do original&#8217; no segundo filme, Todd Phillips errou ao tentar uma história nova no terceiro longa. Faltou identidade e sentido ao título que carrega. Isoladamente é um longa que deve agradar completamente ao público sedento por uma comédia bastante divertida e cheia de desenrolares mirabolantes que fazem prender a atenção do espectador do início ao fim. Uma dica, a cena no final dos créditos deve ser vista e pode ajudar a saciar a vontade dos mais exigentes, ainda que devesse ser parte do filme como um todo e não como extra.</p>
<p><p style="padding:5px;background: #ffb429;border:1px solid #ccc;clear:both;color: #000;"><a href="http://www.portaldasnoticias.com" target="_blank"><img src="http://www.portaldasnoticias.com/wp-content/uploads/2011/07/ponotpq.png" alt="ponotpq Crítica | Se Beber, Não Case! Parte III" style="float:left;padding:0 5px 5px 0" title="Crítica | Se Beber, Não Case! Parte III" /></a><b>Post originalmente publicado no <a style="color: #000;" href="http://www.portaldasnoticias.com" target="_blank">Portaldasnoticias.com</a><br> <a style="color: #000;" href="http://www.facebook.com/portaldasnoticias" target="_blank">Facebook</a> | <a style="color: #000;" href="http://www.twitter.com/portalnoticias" target="_blank">Twitter</a> | <a style="color: #000;" href="http://www.portaldasnoticias.com/contato/" target="_blank">Contato</a> | <a style="color: #000;" href="http://www.portaldasnoticias.com/contato/publicidade/" target="_blank">Anuncie</a><br style="clear:both"></b></p></p>
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		<title>Crítica &#124; Terapia de Risco</title>
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		<pubDate>Fri, 17 May 2013 18:05:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Faulin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p><p><a href="http://www.portaldasnoticias.com/critica-terapia-de-risco/">Crítica | Terapia de Risco</a> - <a href="http://www.portaldasnoticias.com">PORTALDASNOTICIAS.COM</a></p><p>Diga-se de passagem, Steven Soderbergh sempre carregou consigo uma marca registrada que está presente na grande maioria de seus filmes: a capacidade de enganar o espectador [...]<p><p style="padding:5px;background: #ffb429;border:1px solid #ccc;clear:both;color: #000;"><a href="http://www.portaldasnoticias.com" target="_blank"><img src="http://www.portaldasnoticias.com/wp-content/uploads/2011/07/ponotpq.png" alt="Portaldasnoticias.com" style="float:left;padding:0 5px 5px 0"></a><b>Post originalmente publicado no <a style="color: #000;" href="http://www.portaldasnoticias.com" target="_blank">Portaldasnoticias.com</a><br> <a style="color: #000;" href="http://www.facebook.com/portaldasnoticias" target="_blank">Facebook</a> | <a style="color: #000;" href="http://www.twitter.com/portalnoticias" target="_blank">Twitter</a> | <a style="color: #000;" href="http://www.portaldasnoticias.com/contato/" target="_blank">Contato</a> | <a style="color: #000;" href="http://www.portaldasnoticias.com/contato/publicidade/" target="_blank">Anuncie</a><br style="clear:both"></b></p></p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.portaldasnoticias.com/critica-terapia-de-risco/">Crítica | Terapia de Risco</a> - <a href="http://www.portaldasnoticias.com">PORTALDASNOTICIAS.COM</a></p><p><a href="http://www.portaldasnoticias.com/wp-content/uploads/2013/05/Side-Effects1.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-27873" alt="Side Effects1 615x244 Crítica | Terapia de Risco" src="http://www.portaldasnoticias.com/wp-content/uploads/2013/05/Side-Effects1-615x244.jpg" width="615" height="244" title="Crítica | Terapia de Risco" /></a></p>
<p>Diga-se de passagem,<strong> Steven Soderbergh</strong> sempre carregou consigo uma marca registrada que está presente na grande maioria de seus filmes: a capacidade de enganar o espectador e promover reviravoltas quando ele está certo de que sabe o que o diretor está querendo dizer. Em &#8216;<strong>Terapia de Risco</strong>&#8216;, anunciado como última produção cinematográfica do versátil cineasta, Soderbergh leva às telas um apanhado de seus truques e através de um suspense psicológico, usa a indústria farmacêutica como pano de fundo para adentrar na perturbada saúde mental da sociedade capitalista que adquire o produto que lhes é conveniente ainda que seja de caráter duvidoso. Bem, pelo menos é esta a ideia que a premissa do longa adverte.</p>
<p>Tendo realizado mais de 20 filmes e recebido prêmios importantes como o &#8216;Independent Spirit Award&#8217; e a Palma de Ouro no &#8216;Festival de Cannes&#8217; por <em>Sexo, Mentiras e Videotape</em> (1989) e o Oscar de melhor diretor por <em>Traffic </em>(2000), Soderbergh apresenta a trama em torno da jovem Emily Hawkins (Rooney Mara), que acaba de ver o marido (<strong>Channing Tatum</strong>) ser libertado da prisão por um crime de colarinho branco. Mesmo aliviada, Emily tem crises de depressão e busca a ajuda de medicamentos prescritos para conter a ansiedade. Ela também busca amparo num tratamento psicológico, lidando com  profissionais (Jude Law e Catherine Zeta-Jones). O tratamento, por mais que comece de forma positiva, acaba resultando em consequências inesperadas na vida da jovem.</p>
<p><a href="http://www.portaldasnoticias.com/wp-content/uploads/2013/05/side-effects-image03.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-27872" alt="side effects image03 615x378 Crítica | Terapia de Risco" src="http://www.portaldasnoticias.com/wp-content/uploads/2013/05/side-effects-image03-615x378.jpg" width="615" height="378" title="Crítica | Terapia de Risco" /></a></p>
<p><strong>Rooney Mara</strong> (<em><a title="Crítica | Millennium – Os Homens que Não Amavam as Mulheres" href="http://www.portaldasnoticias.com/critica-filme-millennium-os-homens-que-nao-amavam-as-mulheres/">Millennium – Os Homens que Não Amavam as Mulheres</a></em>), sem dúvidas é um dos atrativos que mais deve agradar nesta projeção. A atriz norte-americana que deu o ar de sua graça no cinema estrelando produções de horror e mistério, mostra que foi a escolha acertada para o papel principal. Não que a indicação que recebeu ao Oscar e ao Globo de Ouro no ano passado sejam menos importantes do que sua insígnia talentosa. Aqui, a artista de 28 anos (assim como sua personagem do filme) exibe nuances perfeitos para interpretar mais um papel difícil em sua carreira e que certamente não será esquecido. Esta é uma daquelas estrelas que já nasceram e estão aos poucos mostrando seu brilho. E pensar que Blake Lively (da série <em>Gossip Girl</em>) era a primeira escolha dos produtores, que acabaram sendo mais sensatos ao substituírem a atriz em sua ideia inicial por alguém de verdadeiro talento.</p>
<p>Quem também não decepciona é o ator Jude Law, que carrega em seu papel uma difícil missão de se tornar questionável e mostrar que sua personagem pode render mais do que os títulos de beleza anteriormente contemplados pelo pai de quatro filhos e que, aos 40 anos, repete a parceria com o diretor Steven Soderbergh e o roteirista Scott Z. Burns, iniciada em <em>Contágio</em> (2011). Na pele do Dr. Jonathan Banks, Law mostra um personagem moderno, egoísta, compassivo e que percorre o extremo para distinguir entre o certo e o errado.</p>
<p>Inicialmente o filme aparenta trazer uma denúncia sobre a indústria farmacêutica, explorando o território pesado da depressão e se aproximando do último trabalho do cineasta. Mas antes que a trama se engesse, logo somos arrastados para um ótimo thriller de suspense psicológico criado a partir de uma narrativa profunda que permanece imprevisível até que os créditos subam na tela. Tudo isso provoca um ar de instabilidade que ambientada nos cartões-postais de uma Nova York contemporânea se torna ainda mais atraente.</p>
<p>Com &#8216;Terapia de Risco&#8217;, Steve Soderbergh diz adeus ao cinema em grande estilo. Sem medo de parecer confuso em alguns momentos, o diretor contempla o público com uma bela obra que provoca o espectador e lhe propõe se deixar envolver por uma trama ardilosa, assim como em grande parte do tempo somos conduzidos pelos artifícios constantes e convincentes que a grande indústria propõe.</p>
<p><p style="padding:5px;background: #ffb429;border:1px solid #ccc;clear:both;color: #000;"><a href="http://www.portaldasnoticias.com" target="_blank"><img src="http://www.portaldasnoticias.com/wp-content/uploads/2011/07/ponotpq.png" alt="ponotpq Crítica | Terapia de Risco" style="float:left;padding:0 5px 5px 0" title="Crítica | Terapia de Risco" /></a><b>Post originalmente publicado no <a style="color: #000;" href="http://www.portaldasnoticias.com" target="_blank">Portaldasnoticias.com</a><br> <a style="color: #000;" href="http://www.facebook.com/portaldasnoticias" target="_blank">Facebook</a> | <a style="color: #000;" href="http://www.twitter.com/portalnoticias" target="_blank">Twitter</a> | <a style="color: #000;" href="http://www.portaldasnoticias.com/contato/" target="_blank">Contato</a> | <a style="color: #000;" href="http://www.portaldasnoticias.com/contato/publicidade/" target="_blank">Anuncie</a><br style="clear:both"></b></p></p>
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		<title>Crítica &#124; O Último Exorcismo &#8211; Parte II</title>
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		<pubDate>Fri, 10 May 2013 14:08:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Faulin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p><p><a href="http://www.portaldasnoticias.com/critica-o-ultimo-exorcismo-parte-ii/">Crítica | O Último Exorcismo &#8211; Parte II</a> - <a href="http://www.portaldasnoticias.com">PORTALDASNOTICIAS.COM</a></p><p>Existe uma doença que acerca algumas produtoras e estúdios de cinema que ainda parece não ter encontrado a sua cura. Se um filme tem um desempenho [...]<p><p style="padding:5px;background: #ffb429;border:1px solid #ccc;clear:both;color: #000;"><a href="http://www.portaldasnoticias.com" target="_blank"><img src="http://www.portaldasnoticias.com/wp-content/uploads/2011/07/ponotpq.png" alt="Portaldasnoticias.com" style="float:left;padding:0 5px 5px 0"></a><b>Post originalmente publicado no <a style="color: #000;" href="http://www.portaldasnoticias.com" target="_blank">Portaldasnoticias.com</a><br> <a style="color: #000;" href="http://www.facebook.com/portaldasnoticias" target="_blank">Facebook</a> | <a style="color: #000;" href="http://www.twitter.com/portalnoticias" target="_blank">Twitter</a> | <a style="color: #000;" href="http://www.portaldasnoticias.com/contato/" target="_blank">Contato</a> | <a style="color: #000;" href="http://www.portaldasnoticias.com/contato/publicidade/" target="_blank">Anuncie</a><br style="clear:both"></b></p></p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.portaldasnoticias.com/critica-o-ultimo-exorcismo-parte-ii/">Crítica | O Último Exorcismo &#8211; Parte II</a> - <a href="http://www.portaldasnoticias.com">PORTALDASNOTICIAS.COM</a></p><p><a href="http://www.portaldasnoticias.com/wp-content/uploads/2013/05/ashley-bell-last-exorcism-2-2013.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-27762" alt="ashley bell last exorcism 2 2013 615x323 Crítica | O Último Exorcismo   Parte II" src="http://www.portaldasnoticias.com/wp-content/uploads/2013/05/ashley-bell-last-exorcism-2-2013-615x323.jpg" width="615" height="323" title="Crítica | O Último Exorcismo   Parte II" /></a></p>
<p>Existe uma doença que acerca algumas produtoras e estúdios de cinema que ainda parece não ter encontrado a sua cura. Se um filme tem um desempenho de muito sucesso em bilheterias, ainda que tenha baixíssimo orçamento, para que encomendar algo diferente pelos próprios diretores e roteiristas, se é mais cômodo se virar com valores um pouco maior do que os anteriores e tentar faturar mais alguns trocados com uma continuação meia-boca feita por qualquer diretor? Esqueça do filme anterior, tudo o que &#8216;<strong>O Último Exorcismo &#8211; Parte II</strong>&#8216; faz é forçar a barra para tentar assustar o espectador que já se envolveu com a história do primeiro longa. Ao invés disso, o sentimento que perdura é o de descontentamento.</p>
<p>Retornando a Louisiana, onde o primeiro filme foi rodado, agora a trama é inserida em uma ambientação gótico-sulista de New Orleans. A intenção do produtor do filme, Marc Abraham, parecia até interessante: encontrar uma cidade repleta de histórias de fantasmas e contos macabros, um lugar perfeito para um filme de terror. Já o diretor Ed Gass-Donnelly preferiu mostrar os belos edifícios antigos de 300 anos devastados pelo Furacão Katrina, além de classificar a estranheza do local como um &#8220;Oeste Selvagem&#8221; misturado com a &#8220;Terra do Nunca”. Ok, não ria, são palavras dele.</p>
<p>Dirigido anteriormente por Daniel Stamm, o tom documental <i>found footage </i>da fita até tinha sua graça. Apesar de não ser muito original, os sustos eram mais naturais e o desenrolar da trama se mostrava mais misterioso, ainda que tivesse um roteiro mediano. Neste filme tudo é bastante óbvio. Com exceção do final, até mesmo os elementos do filme anterior acabam sendo repetidos seguidamente e deixando o espectador apenas diante de mais do mesmo e agora de uma forma totalmente descuidada. Ao invés de aproveitar as lacunas vazias cedidas pelo filme anterior, como o real motivo para a menina ter sido escolhida como alvo do demônio, ou que seita era aquela que foi revelada no final da primeira parte. São questões de mais profundidade que se fossem exploradas através de um roteiro competente poderiam render menos sustos e mais sensação de medo. E não é só de gritos que um filme de terror se sustenta.</p>
<p><a href="http://www.portaldasnoticias.com/wp-content/uploads/2013/05/The-Last-Exorcism-Part-2.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-27763" alt="The Last Exorcism Part 2 615x345 Crítica | O Último Exorcismo   Parte II" src="http://www.portaldasnoticias.com/wp-content/uploads/2013/05/The-Last-Exorcism-Part-2-615x345.jpg" width="615" height="345" title="Crítica | O Último Exorcismo   Parte II" /></a></p>
<p>Dando continuidade ao final do primeiro filme, a adolescente <strong>Nell Sweetzer</strong> - dá pra acreditar que ela passa por uma garota de 16 anos? &#8211; é encontrada suja e aterrorizada na floresta depois de escapar do ritual no qual um culto a ajudou a dar a luz a um bebê-demoníaco. Confusa, Nell é examinada por uma equipe médica, mas não se lembra de muita coisa dos meses anteriores - mais clichê impossível &#8211; a não ser de que sua família está toda morta. Ela se muda para uma cidadezinha onde arruma um trabalho em um hotel local, tentando recomeçar sua vida e acaba se apaixonando por um rapaz. Mas ao contrário da paz desejada, a atormentada interiorana volta a ser perseguida pelo mesmo demônio que a assombrou no filme anterior.</p>
<p>Aos 26 anos, a atriz estadunidense Ashley Bell realmente não devia estar com a cabeça no lugar quando topou encarar novamente um papel finito e que em determinados momentos beira ao cômico. Sem fazer absolutamente nada significativo além do que já havia sido feito no primeiro filme, lançado em 2010, a jovem ainda precisa provar que é mais do que uma garota que ficou conhecida por um filme de terror razoável e por seus contorcionismos isentos de efeitos especiais, que a renderam uma indicação ao <em>Independent Spirit Awards </em>e um passageiro destaque entre o público adolescente da <em>MTV.</em></p>
<p>Vozes ásperas, ilusões forçadas, uma sensitiva caricata e até mesmo personagens coadjuvantes que condizem à sua classificação de forma insubstancial, são elementos presentes no terror, que ao invés de provocar uma inquietação amedrontadora como executou bem através de seu antecessor, apenas questiona o quão mais cansativa pode se tornar a experiência de descobrir após os 30 minutos de início de projeção que seu dinheiro pode ter sido jogado no lixo. &#8217;O Último Exorcismo&#8217; poderia realmente ter se mantido como um bom longa se não tivesse insistido em uma sequência digna de esquecimento. Agora vamos torcer pra que a película faça jus ao título e seja realmente a última a qual iremos ouvir falar.</p>
<p><p style="padding:5px;background: #ffb429;border:1px solid #ccc;clear:both;color: #000;"><a href="http://www.portaldasnoticias.com" target="_blank"><img src="http://www.portaldasnoticias.com/wp-content/uploads/2011/07/ponotpq.png" alt="ponotpq Crítica | O Último Exorcismo   Parte II" style="float:left;padding:0 5px 5px 0" title="Crítica | O Último Exorcismo   Parte II" /></a><b>Post originalmente publicado no <a style="color: #000;" href="http://www.portaldasnoticias.com" target="_blank">Portaldasnoticias.com</a><br> <a style="color: #000;" href="http://www.facebook.com/portaldasnoticias" target="_blank">Facebook</a> | <a style="color: #000;" href="http://www.twitter.com/portalnoticias" target="_blank">Twitter</a> | <a style="color: #000;" href="http://www.portaldasnoticias.com/contato/" target="_blank">Contato</a> | <a style="color: #000;" href="http://www.portaldasnoticias.com/contato/publicidade/" target="_blank">Anuncie</a><br style="clear:both"></b></p></p>
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		<title>Crítica &#124; Homem de Ferro 3</title>
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		<pubDate>Sat, 27 Apr 2013 04:49:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Faulin</dc:creator>
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<p>Com toda a competência para se tornar um grande astro de Hollywood, <strong>Robert Downey Jr.</strong> sempre foi bem sucedido em suas jogadas. Mas ainda que pudesse estar em alta por papéis como o de Charlie Chaplin e Sherlock Holmes, além do passado polêmico que o caracterizou por muito tempo como um bad boy do circuito de celebridades, o ator parece realmente ter nascido pra dar vida ao herói da Marvel, <strong>Tony Stark</strong>/Homem de Ferro. Dono de um inconfundível carisma controverso, o astro simplesmente afirma através de um material de primeira o quanto seu legado no cinema está prestes a se tornar um marco na consistência de filmes de super herói bem sucedidos já realizados até o presente.</p>
<p>Na trama, o arrogante industrial <strong>Tony Stark</strong> vê seu mundo pessoal destruído pelas mãos de um misterioso inimigo, que o faz embarcar em uma angustiante jornada para encontrar os responsáveis pela sua desgraça. É então que o herói precisa sobreviver lançando mão de seus próprios dispositivos, contando com sua engenhosidade e instintos para proteger aqueles que lhe são mais próximos. Em sua luta para retornar, Stark descobre a resposta para a pergunta que o atormenta em segredo: <strong>o homem faz o traje ou é o traje que faz o homem?</strong></p>
<p>Com muito bom humor e cenas de fazer o espectador se deleitar com as tiradas mais &#8216;agradáveis&#8217; do cinema, &#8216;<strong>Homem de Ferro 3</strong>&#8216; apresenta uma história bem resolvida e genial na fiel cronologia de &#8216;Os Vingadores&#8217;. Se no filme que em 2012 tornou-se a terceira maior bilheteria da história de Hollywood ao arrecadar invejáveis US$ 1,5 bilhão, o Homem de Ferro desempenhava uma importante parceria com Thor, Hulk, Víuva Negra, Gavião Arqueiro, Capitão América no combate a uma grande força alienígena, aqui ele se depara com a destruição de sua mansão pelos mísseis do ilusório <strong>Mandarim</strong>, competentemente vivido por Ben Kingsley. Outro ponto forte da trama é a humanização do personagem Stark, que abandona quase que todo o tempo sua poderosa armadura e utiliza da própria inteligência para compensar suas fraquezas.</p>
<p><a href="http://www.portaldasnoticias.com/wp-content/uploads/2013/04/homem-de-ferro-3-02.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-27627" alt="homem de ferro 3 02 615x409 Crítica | Homem de Ferro 3" src="http://www.portaldasnoticias.com/wp-content/uploads/2013/04/homem-de-ferro-3-02-615x409.jpg" width="615" height="409" title="Crítica | Homem de Ferro 3" /></a></p>
<p>Com maior destaque do que nos filmes anteriores, <strong>Pepper Potts</strong> (Gwyneth Paltrow) assume o papel da presidência das Indústrias Stark e abandona a zona de conforto das mocinhas em perigo, partindo para a composição de um perfil de mulher forte e decidida, ainda que seja capturada e feita de isca para fisgar o amado. Sem dúvidas uma das cenas que mostra a personagem tendo o gosto de sentir como é ser o astro da trama vai levar os fãs ao delírio, visto que sua personagem havia sumido quase que completamente dos quadrinhos originários à trama. Já a cara nova que certamente irá conquistar o público é a do pequeno ator Ty Simpkins, que mostra ao quase cinquentão Tony Stark que sua mente científica é mais poderosa do que ele pode imaginar, algo que define a personalidade marcante de um dos maiores reconhecimentos do herói da Marvel. Quem permanece no território de conforto de seus personagens é <strong>Guy Pearce</strong>, que encarna o canastrão cientista Aldrich Killian, um personagem que certamente você já deve ter encontrado em outras produções e elaborado de forma mais satisfatória.</p>
<p>Em relação aos efeitos visuais, este talvez seja o episódio mais natural ao qual eles foram aplicados. Apesar de não ter sido rodado em 3D, os truques utilizados por toda a equipe dão um ar classudo às Indústrias Stark e um toque leve aos flashbacks, tornando a experiência visual bastante prazerosa. Pode-se dizer que a conversão ficou ótima e bastante satisfatória, assim como a introduão pontual da trilha e a dramaticidade se adequado ao formato optado pela direção de Shane Black (<em>Beijos e Tiros</em>), que ocupa o lugar de Jon Favreau (<em>Cowboys &amp; Aliens</em>), este, ainda responsável pela produção do longa. E talvez aí esteja um dos maiores acertos do encerramento &#8211; será? &#8211; da trilogia do herói da Marvel. Sendo esta a segunda parceria do roteirista de Máquina Mortífera com o ladrão fracassado vivido por Downey Jr. ao lado de Val Kimer, a dupla parece funcionar bem, dando ao ator a chance de aperfeiçoar os nuances de seu personagem e deixá-lo da forma que precisa aparecer para o público: mais humano do que nunca. Talvez o que possa ser considerada uma decepção é a pouca importância que existe entre a ligação do empresário com o álcool, algo que poderia tornar o filme &#8216;adulto demais&#8217; e não um &#8216;produto Disney&#8217;.</p>
<p>Com este filme bem-humorado e cheio de referências ao universo Marvel, é possível afirmar que a conclusão da trilogia Homem de Ferro é perfeita e a melhor das três. Até mesmo na cena extra &#8211; fique no cinema até o final de todos os créditos para conferir &#8211; a história é aprimoradamente amarrada com os filmes anteriores e presenteia o espectador com uma mensagem de respeito ao companheirismo dos fãs e admiradores da obra tecnológica com o formato exato que eles estavam aguardando para ver novamente nas telas. Como se não fosse o bastante, Downey Jr. encerra sua contribuição em um filme solo do &#8216;Iron Man&#8217; e deixa mais uma marca de seu legado no cinema.</p>
<p><p style="padding:5px;background: #ffb429;border:1px solid #ccc;clear:both;color: #000;"><a href="http://www.portaldasnoticias.com" target="_blank"><img src="http://www.portaldasnoticias.com/wp-content/uploads/2011/07/ponotpq.png" alt="ponotpq Crítica | Homem de Ferro 3" style="float:left;padding:0 5px 5px 0" title="Crítica | Homem de Ferro 3" /></a><b>Post originalmente publicado no <a style="color: #000;" href="http://www.portaldasnoticias.com" target="_blank">Portaldasnoticias.com</a><br> <a style="color: #000;" href="http://www.facebook.com/portaldasnoticias" target="_blank">Facebook</a> | <a style="color: #000;" href="http://www.twitter.com/portalnoticias" target="_blank">Twitter</a> | <a style="color: #000;" href="http://www.portaldasnoticias.com/contato/" target="_blank">Contato</a> | <a style="color: #000;" href="http://www.portaldasnoticias.com/contato/publicidade/" target="_blank">Anuncie</a><br style="clear:both"></b></p></p>
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		<title>Crítica &#124; Meu Pé de Laranja Lima</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Apr 2013 18:40:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Faulin</dc:creator>
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<p>Baseado no livro homônimo escrito por José Mauro de Vasconcelos e publicado em 1968, <strong>&#8216;</strong><b>Meu Pé de Laranja Lima</b>&#8216; busca encantar novas gerações com esta nova adaptação para os cinemas. O clássico, traduzido para 52 línguas e publicado em 19 países, agora recebe a direção de Marcos Bernstein, diretor de <em>O Outro Lado da Rua </em>e roteirista de <em>Central do Brasil</em>, que se comunica de forma emocionante com o público familiar, oferecendo aos adultos uma forma de mergulhar nas lembranças da infância e permitir às crianças um maior conhecimento sobre si mesmas.</p>
<p>Na trama, <strong>Zezé</strong> (<strong>João Guilherme de Ávila</strong>) é um garoto de oito anos que, apesar de arteiro, tem um bom coração. Ele leva uma vida bem modesta, devido ao fato de que seu pai está desempregado há bastante tempo, e tem o costume de ter longas conversas com um pé de laranja lima que fica no quintal de sua casa. Até que, um dia, conhece <strong>Portuga</strong> (<strong>José de Abreu</strong>), um senhor que passa a ajudá-lo e logo se torna seu melhor amigo.</p>
<p>Filho do cantor Leonardo, o menino João Guilherme, de 10 anos, surpreende pelo carisma de sua interpretação. Dono de um rosto angelical, o menino certamente foi uma boa escolha do diretor para protagonizar a adaptação e certamente será solicitado para outras produções. Ainda no elenco, José de Abreu está impecável como o Portuga. Dando o tom certo ao personagem, o veterano opta pelos nuances e se esquiva da caricatura, sem abusar do sotaque.</p>
<p>Algo muito presente no longa e que deve agradar aos leitores, é a forma poética como as principais cenas da história são contadas. A direção de arte e a fotografia realmente foram pensadas de forma que contrastassem o mundo real com o imaginário de Zezé. Talvez o que possa incomodar alguns seja  a forma mansa como o filme se desenrola em seu primeiro instante. A impressão que se tem é de que será um filme arrastado, mas bastam alguns minutos para ficar evidente que toda a emoção é distribuída em momentos oportunos que se dividem com as diversas brincadeiras entre o menino e seu amigo, além dos momentos de tensão quando o pai alcoólatra resolve descontar suas frustrações no pequeno.</p>
<p>Seja para os fãs deste clássico da literatura ou para os curiosos que estão em busca de um entretenimento que comova, a produção certamente deve agradar a todos. De uma forma delicada e favorável, &#8216;Meu Pé de Laranja Lima&#8217; cria uma linguagem subjetiva que não se preocupa em fazer com que o público infantil compreenda de forma didática a sua mensagem, e sim os leve a refletir sobre o que assistiram e possam formar sua própria opinião sobre a obra. A mesma sensação que se tem quando se lê um bom livro.</p>
<p><p style="padding:5px;background: #ffb429;border:1px solid #ccc;clear:both;color: #000;"><a href="http://www.portaldasnoticias.com" target="_blank"><img src="http://www.portaldasnoticias.com/wp-content/uploads/2011/07/ponotpq.png" alt="ponotpq Crítica | Meu Pé de Laranja Lima" style="float:left;padding:0 5px 5px 0" title="Crítica | Meu Pé de Laranja Lima" /></a><b>Post originalmente publicado no <a style="color: #000;" href="http://www.portaldasnoticias.com" target="_blank">Portaldasnoticias.com</a><br> <a style="color: #000;" href="http://www.facebook.com/portaldasnoticias" target="_blank">Facebook</a> | <a style="color: #000;" href="http://www.twitter.com/portalnoticias" target="_blank">Twitter</a> | <a style="color: #000;" href="http://www.portaldasnoticias.com/contato/" target="_blank">Contato</a> | <a style="color: #000;" href="http://www.portaldasnoticias.com/contato/publicidade/" target="_blank">Anuncie</a><br style="clear:both"></b></p></p>
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		<title>Crítica &#124; Eu e Você</title>
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		<pubDate>Wed, 17 Apr 2013 00:12:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Faulin</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.portaldasnoticias.com/critica-eu-e-voce/">Crítica | Eu e Você</a> - <a href="http://www.portaldasnoticias.com">PORTALDASNOTICIAS.COM</a></p><p><a href="http://www.portaldasnoticias.com/wp-content/uploads/2013/04/Io-e-te.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-27512" alt="Io e te 615x379 Crítica | Eu e Você" src="http://www.portaldasnoticias.com/wp-content/uploads/2013/04/Io-e-te-615x379.jpg" width="615" height="379" title="Crítica | Eu e Você" /></a></p>
<p><strong>Bernardo Bertolucc</strong>i é um cineasta que certamente não deveria ficar tanto tempo ausente das câmeras. Mas por problemas de saúde, o italiano, consagrado diretor de <em>O Último Tango em Paris</em> (1973), <em>O Último Imperador</em> (1987) e o polêmico <em>Os Sonhadores</em> (2003), tendo sido este seu último trabalho antes de seu afastamento, volta aos holofotes com o tímido &#8216;<strong>Eu e Você</strong>&#8216; (&#8216;Ia e Te&#8217;). Tímido no sentido de alcance, já que se trata de mais um filme independente, mas entusiasta em sua composição, regada a uma bela fotografia, uma trilha-sonora que deve agradar até mesmo aos mais resistentes e atuações sensíveis repletas de toques pessoais do diretor.</p>
<p>Na trama,  baseado na obra homônima do escritor Niccolo Ammaniti, <strong>Lorenzo</strong> (Jacopo Olmo Antinori) é um adolescente bastante introvertido e com dificuldades em se relacionar com as pessoas. Tal comportamento se dá pelo excessivo narcisismo, sempre acompanhado de agressividade ou desinteresse por parte do garoto. Após ser convocado para uma excursão no colégio, o menino acaba se escondendo de sua mãe e acaba se aproximando da meia-irmã, <strong>Olívia</strong> (Tea Falco), viciada em heroína.</p>
<p>Apesar de ser ambientado na <em>Cidade Eterna</em>, o filme não possui um aspecto cultural, já que visa o aprofundamento de suas personagens diante de uma situação onde ambos acreditam estar em um território protegido, apesar de também ser uma espécie de campo minado. Em um porão sujo e escuro, a trama se mostra adversa aos encantos da civilização europeia e concentra-se no âmago de um adolescente em conflito interno e que facilmente poderia ser relembrado por cada um que já viveu alguma situação de incompreensão ou isolamento durante esta fase conturbada da vida.</p>
<p><a href="http://www.portaldasnoticias.com/wp-content/uploads/2013/04/io-e-te4.png"><img class="alignnone size-medium wp-image-27513" alt="io e te4 615x410 Crítica | Eu e Você" src="http://www.portaldasnoticias.com/wp-content/uploads/2013/04/io-e-te4-615x410.png" width="615" height="410" title="Crítica | Eu e Você" /></a></p>
<p>Ainda assim, é possível que alguns admiradores mais fervorosos do diretor italiano possam se decepcionar pela narrativa escolhida. Fazendo insinuações constantes a um tema denso que é o incesto, o filme não vai além dos limites que a adaptação propõe. Se faltou ousadia ao diretor, isso é uma questão de opinião, já que quando há um roteiro adaptado, o que se leva em consideração é a forma como a história que rendeu um livro fica nas telas de cinema. E ainda que possa parecer duvidoso, o trabalho do diretor é de extrema competência e sensibilidade. A história se desenvolve lentamente, mas de forma constante, sem que existam provas suficientes para se concluir que um deles queira fazer sexo com o outro. E é essa sutileza que faz da projeção uma das mais leves do diretor.</p>
<p>Um dos elementos que mais deve agradar ao público é a poderosa trilha-sonora que vai de grandes nomes do rock como David Bowie, The Cure, Arcade Fire, Red Hot Chili Peppers, Muse a composições belíssimas de Franco Piersanti. Outro ponto forte é a inspiradora fotografia do filme, ora tomada pela materialização da imaginação de um menino, ora composta de truques de câmera que convidam o espectador a fazer parte daquele cenário obscuro e solitário de um iminente adulto.</p>
<p>Seguindo a política do &#8216;ame&#8217; ou &#8216;odeie&#8217;, este é um longa que deve dividir opiniões. Cabe ao espectador escolher qual será a forma como o filme irá tocá-lo. Aos que se deixarem levar pela história intrigante e delicada de um lado mais intimista de Bertolucci, certamente fará uma degustação mais saborosa.</p>
<p><p style="padding:5px;background: #ffb429;border:1px solid #ccc;clear:both;color: #000;"><a href="http://www.portaldasnoticias.com" target="_blank"><img src="http://www.portaldasnoticias.com/wp-content/uploads/2011/07/ponotpq.png" alt="ponotpq Crítica | Eu e Você" style="float:left;padding:0 5px 5px 0" title="Crítica | Eu e Você" /></a><b>Post originalmente publicado no <a style="color: #000;" href="http://www.portaldasnoticias.com" target="_blank">Portaldasnoticias.com</a><br> <a style="color: #000;" href="http://www.facebook.com/portaldasnoticias" target="_blank">Facebook</a> | <a style="color: #000;" href="http://www.twitter.com/portalnoticias" target="_blank">Twitter</a> | <a style="color: #000;" href="http://www.portaldasnoticias.com/contato/" target="_blank">Contato</a> | <a style="color: #000;" href="http://www.portaldasnoticias.com/contato/publicidade/" target="_blank">Anuncie</a><br style="clear:both"></b></p></p>
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		<title>Crítica &#124; Oz: Mágico e Poderoso</title>
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		<pubDate>Fri, 08 Mar 2013 18:33:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Faulin</dc:creator>
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<p>Dirigido por <strong>Sam Raimi</strong> (da trilogia &#8220;Homem-Aranha&#8221;), &#8216;<strong>Oz &#8211; Mágico e Poderoso</strong>&#8216; conta a origem de Oscar Diggs (James Franco), um ilusionista de circo, que se tornou o Mágico de Oz. Apesar de não ser a primeira adaptação para os cinemas do famoso conto de L. Frank Baum, publicado em 1900, a versão criada pela Disney é um prelúdio do filme dirigido por Victor Fleming e estrelado por Judy Garland em 1939.</p>
<p>O filme de Sam Raimi, é definido antes dos acontecimentos de 1939 do filme e do livro original. Na trama, Diggs é um charlatão do Kansas que ganha dinheiro com suas farsas. Após ser descoberto em uma de suas apresentações, ele foge em um balão e entra numa tempestade que o leva para a &#8216;Terra de Oz&#8217;.  Agora em um mundo mágico e desconhecido, ele precisa lidar com a batalha entre Theodora, Evanora e Glinda, as três bruxas locais. Com a ajuda de uma delas, ele precisará se transformar em um grande mágico, e em um homem melhor.</p>
<p>Trata-se de uma produção repleta de efeitos visuais em 3D que impressionam e lembram outra adaptação de um clássico da literatura infanto-juvenil que foi adaptado recentemente: &#8216;Alice no País das Maravilhas&#8217;, de Tim Burton. Mas ao contrário do longa de Burton, que foi um fracasso de críticas, o filme acerta na escolha dos atores &#8211; todos conhecidos pelo grande público - <strong>James Franco</strong> (<i>Planeta dos Macacos: A Origem</i>), <strong>Michelle Williams</strong>, indicada pela Academia por <i>Sete Dias com Marilyn,</i> <strong>Mila Kunis</strong>, (<em>O Cisne Negro</em>)<em> </em>e a vencedora do Oscar de melhor atriz coadjuvante por <em>O Jardineiro Fiel</em> <strong>Rachel Weisz</strong> são alguns dos nomes de peso da produção hollywoodiana que protagonizam a produção.</p>
<p>Mas não é só na escolha do elenco e nos efeitos especiais que o filme se destaca. A trilha pontual, a cenografia e principalmente a fotografia em preto e branco escolhida para abrir o filme são sensacionais. É de se admirar que o diretor consiga levar calmamente o público à &#8216;Terra de Oz&#8217; e os envolver do início ao fim, provocando risadas naturais e simpatia com os personagens produzidos por computação gráfica, como a doce boneca de cerâmica China Girl e o divertido macaco alado Frank. Tudo no melhor estilo do universo mágico criado há quase um século por Walt Disney e com algumas pitadas do estilo Raimi, como o deboche na hora da cantoria, que não chega a durar nem 30 segundos ou até mesmo a face monstruosa e assustadora da bruxa quando perde sua juventude.</p>
<p><a href="http://www.portaldasnoticias.com/wp-content/uploads/2013/03/Oz-Magico-e-Poderoso.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-27322" alt="Oz Magico e Poderoso 615x307 Crítica | Oz: Mágico e Poderoso" src="http://www.portaldasnoticias.com/wp-content/uploads/2013/03/Oz-Magico-e-Poderoso-615x307.jpg" width="615" height="307" title="Crítica | Oz: Mágico e Poderoso" /></a></p>
<p>Ao contrário do que poderia se imaginar, o filme em nenhum momento busca uma emulação do clássico e triunfa dentro de sua proposta, a de entreter e fazer com que o público realmente se divirta com o que está assistindo. Tudo baseado na velha fórmula de Hollywood em encher seus cofres, mas de forma com que todos saiam ganhando, inclusive o público. Aqui, o espectador certamente vai se encantar pelo charme da bela <strong>Michelle Williams</strong>, que parece seduzir não só o protagonista da trama como também aos que estão sentados na sala de projeção e quase podem tocar a tela tamanha é a competência do efeito 3D, algo bem diferente de &#8216;Alice&#8217;, a qual obviamente não poderia fugir das comparações.</p>
<p>Sendo um filme de aventura e ação, <b><i>Oz: Mágico e Poderoso</i></b> foge da proposta de melancolia e se entrega ao humor e a ação constantes. Claro que tudo isso nada mais é do que um ótimo artifício para mascarar a previsibilidade do roteiro, que traz soluções óbvias e que são escancaradas completamente para o espectador enquanto os personagens caminham sem saber de nada do que está por vir. Mas ainda que tenha suas falhas, não há como sair do cinema com um belo sorriso no rosto. É um filme para toda a família e também para quem espera um bom retorno em relação aos caros ingressos que caracterizam as projeções em 3D, recurso obrigatório neste tipo de produção.</p>
<p><p style="padding:5px;background: #ffb429;border:1px solid #ccc;clear:both;color: #000;"><a href="http://www.portaldasnoticias.com" target="_blank"><img src="http://www.portaldasnoticias.com/wp-content/uploads/2011/07/ponotpq.png" alt="ponotpq Crítica | Oz: Mágico e Poderoso" style="float:left;padding:0 5px 5px 0" title="Crítica | Oz: Mágico e Poderoso" /></a><b>Post originalmente publicado no <a style="color: #000;" href="http://www.portaldasnoticias.com" target="_blank">Portaldasnoticias.com</a><br> <a style="color: #000;" href="http://www.facebook.com/portaldasnoticias" target="_blank">Facebook</a> | <a style="color: #000;" href="http://www.twitter.com/portalnoticias" target="_blank">Twitter</a> | <a style="color: #000;" href="http://www.portaldasnoticias.com/contato/" target="_blank">Contato</a> | <a style="color: #000;" href="http://www.portaldasnoticias.com/contato/publicidade/" target="_blank">Anuncie</a><br style="clear:both"></b></p></p>
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		<title>Crítica &#124; Dezesseis Luas</title>
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		<pubDate>Tue, 05 Mar 2013 18:58:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Faulin</dc:creator>
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<p>Lançado sob os holofotes de alcançar a lacuna deixada pelo público fiel da &#8216;Saga Crepúsculo&#8217;, <strong>Dezesseis Luas</strong>, novo filme de uma série de histórias que misturam elementos sobrenaturais com um romance adolescente central, realmente contava com a temática de bruxaria para conquistar um novo espaço na indústria. Sob a direção de Richard LaGravenese (<em>P.S. Eu Te Amo</em>), o longa bem que se esforça, mas é um fracasso derrapante.</p>
<p>O filme, dirigido por Richard LaGravenese, narra a história de amor sobrenatural baseado no romance homônima de Kami García e Margaret Stohl. A trama foca as aventuras de um jovem farto de sua vida e que, de repente, conhece Lena Duchannes (Alice Englert), a bela e enigmática sobrinha de Macon Ravenwood (Jeremy Irons), o misterioso dono da gótica Mansão Ravenwood. Trata-se de uma garota com poderes sobrenaturais, uma espécie de feiticeira, denominada Conjuradora.</p>
<p>A história é ambientada na fictícia Gatlin, na Carolina do Sul, uma pequena e conservadora cidade do sul dos EUA que ainda não alcançou o século 21, onde as coisas não mudam e nada realmente acontece. A cidade, liderada pela conservadora Sra. Lincoln (Emma Thompson), deseja banir a garota.  Até mesmo a sábia bibliotecária de Gatlin, Amma (Viola Davis), teme que a história se repita &#8211; um conto de segredos familiares e uma maldição que paira sobre Lena com a proximidade de seu 16º aniversário, a época em que um Conjurador é escolhido pelas forças da Luz ou das Trevas.</p>
<p>O filme foi um fracasso nas bilheterias americanas, arrecadando míseros US$ 7,5 milhões, número bem diferente dos alcançados pelo primeiro filme de &#8216;A Saga Crepúsculo&#8217;, que alcançou nada menos que US$ 70 milhões em sua estreia no ano de 2008, mantendo-se em evidências nos anos seguintes, a cada continuação lançada.</p>
<p>Contudo, ao contrário de seu oponente, o longa conta com um elenco de peso que reúne atores ganhadores de Oscar como <strong>Jeremy Irons</strong>, <strong>Viola Davis</strong> e <strong>Emma Thompson</strong>, além da conhecida Christine da última adaptação para os cinemas de O Fantasma da Ópera, <strong>Emmy Rossum</strong>. Mas apesar do esforço dos atores, destacando a personagem de Emma Thompson, a Sra. Lincoln, que bravamente rouba a cena e dá um toque divertido de vilania ao filme, nada parece ser o bastante para promover o que a poderosa Summit Entertainment gostaria e algo que a Lions Gate já obteve com a mina de ouro que é a franquia de &#8216;Jogos Vorazes&#8217;.</p>
<p>Entre os diversos problemas encontrados na projeção está a falta de capricho nos efeitos visuais, que ora beiram a um filme da década de 90, tamanha é a falta de recursos deixados de lado e que poderiam render truques mais impressionantes. Em uma cena em específico, quando a personagem de Emmy Rossum enfrenta a fúria de Lena, é quase possível ficar constrangido com a falta de impacto e a extensa sequência que parece não sair do lugar, algo bastante diferente da sintonia encontrada pelo casal de novatos formado pelo simpático Alden Ehrenreich e a esquisita Alice Englert, que conta como ponto positivo para o desenrolar da trama.</p>
<p>Dentro do gênero em qual se enquadra, &#8216;Dezesseis Luas&#8217; cumpre bem seu papel, o de entreter. Mas ainda que busque uma história sólida e consistente para encantar o público, é possível que o filme morra na praia e caia no esquecimento. Nem sempre uma adaptação literária cai nas graças do público. Agora resta aguardar para ver se o longa ganha uma nova chance &#8211; assim como Crepúsculo &#8211; e continua sua história de forma menos pretensiosa e mais elaborada.</p>
<p><p style="padding:5px;background: #ffb429;border:1px solid #ccc;clear:both;color: #000;"><a href="http://www.portaldasnoticias.com" target="_blank"><img src="http://www.portaldasnoticias.com/wp-content/uploads/2011/07/ponotpq.png" alt="ponotpq Crítica | Dezesseis Luas" style="float:left;padding:0 5px 5px 0" title="Crítica | Dezesseis Luas" /></a><b>Post originalmente publicado no <a style="color: #000;" href="http://www.portaldasnoticias.com" target="_blank">Portaldasnoticias.com</a><br> <a style="color: #000;" href="http://www.facebook.com/portaldasnoticias" target="_blank">Facebook</a> | <a style="color: #000;" href="http://www.twitter.com/portalnoticias" target="_blank">Twitter</a> | <a style="color: #000;" href="http://www.portaldasnoticias.com/contato/" target="_blank">Contato</a> | <a style="color: #000;" href="http://www.portaldasnoticias.com/contato/publicidade/" target="_blank">Anuncie</a><br style="clear:both"></b></p></p>
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		<title>Crítica &#124; Indomável Sonhadora</title>
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		<pubDate>Fri, 22 Feb 2013 18:24:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Faulin</dc:creator>
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<p>Neste final de semana todas as atenções estão voltadas para o comovente &#8216;<strong>Indomável Sonhadora</strong>&#8216; (<em>Beasts of the Southern Wild</em>), longa indicado ao Oscar de <b>Melhor Filme</b>,<b> Melhor Diretor</b>,<b> Melhor Atriz </b>e<b> Melhor Roteiro Adaptado</b>. Destaque da produção é a menina Quvenzhané Wallis, que tornou-se a atriz mais jovem a ter uma indicação ao prêmio da Academia. E não é para menos, afinal a pequena não decepciona em momento algum dando o tom perfeito para um papel marcante no universo da sétima arte.</p>
<p>Bem diferente do que estamos acostumados a ver no cinema americano, o longa aborda uma pobreza extrema onde uma menina de 6 anos &#8211; que na verdade tinha 5, mas conseguiu o papel em decorrência do um ano a mais que &#8216;ganhou&#8217; de sua mãe &#8211; vive com o pai viúvo e doente em uma comunidade reconhecida como &#8216;<strong>Banheira</strong>&#8216;. Denominada pela mãe como <b>Hushpuppy </b>- algo como &#8217;filhote quietinho&#8217; &#8211; a criança não compreende o abandono materno e encara sua ausência como um estado utópico constante de proteção angelical. E a medida que as terras ao seu redor vão sendo inundadas, a pobre menina libera seus &#8216;monstros&#8217; para encarar suas fantasias. Tal estado foi encontrado depois do efeito devastador do furacão Katrina &#8211; responsável pela inspiração na adaptação do diretor estreante Benh Zeitlin - onde áreas que haviam sido alagadas começaram a ser abandonadas e invadidas por pântanos, cobrindo diversas comunidades que tiveram que ser desativadas.</p>
<p>Tendo uma narrativa lenta, o filme parte de um cinema alternativo, onde o ritmo da trama não deve ser analisado com tamanha importância como no cinema comercial. Repleta de takes em que a câmera absorve emoções através de movimentos, ou a captura de ângulos de extremo delírio, sem contar a perfeita iluminação natural, esta produção torna-se mais do que um deleite em muitos momentos. É como se fossemos levados vagarosamente à reflexão dos problemas de nossa sociedade, dando um tom documental bastante interessante para a trama.</p>
<p>Seja pela naturalidade com que Quvenzhané Wallis nos contempla, oferecendo uma mensagem de fé e sobrevivência em um mundo longe de ser entendido, &#8216;Indomável Sonhadora&#8217; é admirável e encantador em toda sua simplicidade. Criativo, inspirador e até mesmo um excelente exercício de reflexão, este promete ser um filme que deve quebrar paradigmas e inspirar um público aprisionado pelas repetitivas tramas oferecidas em Hollywood. Aqui, vemos um retrato fantasioso de uma realidade mais do que genuína e que facilmente é enfrentada pela inocência de uma criança obrigatoriamente destemida e nada medíocre.</p>
<p><p style="padding:5px;background: #ffb429;border:1px solid #ccc;clear:both;color: #000;"><a href="http://www.portaldasnoticias.com" target="_blank"><img src="http://www.portaldasnoticias.com/wp-content/uploads/2011/07/ponotpq.png" alt="ponotpq Crítica | Indomável Sonhadora" style="float:left;padding:0 5px 5px 0" title="Crítica | Indomável Sonhadora" /></a><b>Post originalmente publicado no <a style="color: #000;" href="http://www.portaldasnoticias.com" target="_blank">Portaldasnoticias.com</a><br> <a style="color: #000;" href="http://www.facebook.com/portaldasnoticias" target="_blank">Facebook</a> | <a style="color: #000;" href="http://www.twitter.com/portalnoticias" target="_blank">Twitter</a> | <a style="color: #000;" href="http://www.portaldasnoticias.com/contato/" target="_blank">Contato</a> | <a style="color: #000;" href="http://www.portaldasnoticias.com/contato/publicidade/" target="_blank">Anuncie</a><br style="clear:both"></b></p></p>
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		<title>Crítica &#124; Os Miseráveis</title>
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		<pubDate>Thu, 14 Feb 2013 21:51:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Faulin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p><p><a href="http://www.portaldasnoticias.com/critica-os-miseraveis/">Crítica | Os Miseráveis</a> - <a href="http://www.portaldasnoticias.com">PORTALDASNOTICIAS.COM</a></p><p>Muito se espera de uma adaptação tão comentada como a de &#8216;Os Miseráveis&#8216;. Seja pela divulgação que gira em torno de uma grande produção hollywoodiana [...]<p><p style="padding:5px;background: #ffb429;border:1px solid #ccc;clear:both;color: #000;"><a href="http://www.portaldasnoticias.com" target="_blank"><img src="http://www.portaldasnoticias.com/wp-content/uploads/2011/07/ponotpq.png" alt="Portaldasnoticias.com" style="float:left;padding:0 5px 5px 0"></a><b>Post originalmente publicado no <a style="color: #000;" href="http://www.portaldasnoticias.com" target="_blank">Portaldasnoticias.com</a><br> <a style="color: #000;" href="http://www.facebook.com/portaldasnoticias" target="_blank">Facebook</a> | <a style="color: #000;" href="http://www.twitter.com/portalnoticias" target="_blank">Twitter</a> | <a style="color: #000;" href="http://www.portaldasnoticias.com/contato/" target="_blank">Contato</a> | <a style="color: #000;" href="http://www.portaldasnoticias.com/contato/publicidade/" target="_blank">Anuncie</a><br style="clear:both"></b></p></p>
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<p>Muito se espera de uma adaptação tão comentada como a de &#8216;<strong>Os Miseráveis</strong>&#8216;. Seja pela divulgação que gira em torno de uma grande produção hollywoodiana ou das pré-vistas performances de alguns dos atores que fazem parte de um elenco estelar, a produção chamará à atenção do público de qualquer forma, ainda que seja para os que não carregam antipatia por musicais e nem se importam se a obra que irão assistir é muito longa e apresente alguns momentos cansativos.</p>
<p>Na trama, somos apresentados a França do século XIX, onde sonhos partidos e amores não-correspondidos, além de fortes paixões, sacrifícios e redenção servem de enredo para o desenvolvimento da história do ex-prisioneiro<strong> Jean Valjean</strong> (Hugh Jackman), caçado por décadas pelo policial <strong>Javert</strong> (Russell Crowe) depois que ele foge da condicional. Quando Valjean concorda em tomar conta da jovem filha de <strong>Fantine</strong> (Anne Hathaway), <strong>Cosette</strong> (Amanda Seyfried), a sobrevivência se torna o verdadeiro sentido de sua vida.</p>
<p>Adaptação do musical da Broadway, que por sua vez foi inspirado na clássica obra do escritor Victor Hugo, dona de inúmeras adaptações para TV, teatro e cinema, &#8216;Les Misérables&#8217; fez com que o diretor <strong>Tom Hooper</strong> (O Discurso do Rei0), recusasse o convite para dirigir a terceira parte do longa &#8216;Homem de Ferro&#8217; para se dedicar inteiramente ao que considerava ser um grande marco em sua carreira como cineasta. E não é para menos, afinal o diretor não faz feio e conduz o espectador para dentro do universo íntimo que serviu como base para tantas formas de se contar uma mesma história.  Além disso, seu filme foi abraçado pelas premiações cinematográficas, concorrendo inclusive ao Oscar de melhor filme, impossibilitando que sua qualidade de produção fosse negada.</p>
<p>Mas nem só de um grande diretor sobrevive uma produção como esta. E é na escolha do elenco que o diretor mais acerta. Seja pela inesquecível Fantine, vivida na medida certa por Anne Hathaway, ou pela entrega do ator Hugh Jackman à um papel merecedor de reconhecimento, o longa satisfaz até mesmo aos que buscam caras novas, como a da doce Samantha Barks, que deve se tornar um rosto bastante procurado em Hollywood. Ao lado das estrelas, os imbatíveis Helena Bonham Carter e Sasha Baron Cohen completam um time de peso, que seduz competentemente seus espectadores. Uma pena não poder dizer o mesmo de Russell Crowe, que decepciona ao tentar incorporar um papel que parece não ter sido feito para ele. Em contrapartida, Amanda Seyfried se destaca como nunca antes ao dar vida ao elo que une todo o filme em sua importância, a jovem Cosette.</p>
<p>A direção de arte, fotografia, figurino, maquiagem, som, tudo parece funcionar de forma harmoniosa e competente. O cenário revolucionário da França, os closeups extremos, a aparência suja dos personagens e a profundidade do som causam verdadeiro impacto nas grandes telas. É impossível não se deixar levar em qualquer que seja o momento. O filme é emoção pura. Mas ainda que cumpra com o esperado, o longa não foi feito para agradar a todos. Seja pelas longas horas de duração &#8211; quase três horas &#8211; ou pela cantoria constante que em alguns momentos poderia ser atenuada por um simples conjunto de sentenças, &#8216;Os Miseráveis&#8217; torna-se uma opção certa para quem aprecia um grande aspecto artístico que envolve uma história que precisava ser contada desta forma.</p>
<p>Em meio ao lançamento de diversas produções &#8216;oscarianas&#8217;, fica difícil não exaltar &#8216;Os Miseráveis&#8217;. Hooper mostrou que valeu mesmo a pena ter se dedicado de corpo e alma a um projeto que parecia estar defasado no universo cinematográfico. E sendo assim, era impossível que suas escolhas pudessem parecer tão certeiras. Com defeitos e qualidades, esta certamente é a adaptação que será lembrada por muitas décadas.</p>
<p><p style="padding:5px;background: #ffb429;border:1px solid #ccc;clear:both;color: #000;"><a href="http://www.portaldasnoticias.com" target="_blank"><img src="http://www.portaldasnoticias.com/wp-content/uploads/2011/07/ponotpq.png" alt="ponotpq Crítica | Os Miseráveis" style="float:left;padding:0 5px 5px 0" title="Crítica | Os Miseráveis" /></a><b>Post originalmente publicado no <a style="color: #000;" href="http://www.portaldasnoticias.com" target="_blank">Portaldasnoticias.com</a><br> <a style="color: #000;" href="http://www.facebook.com/portaldasnoticias" target="_blank">Facebook</a> | <a style="color: #000;" href="http://www.twitter.com/portalnoticias" target="_blank">Twitter</a> | <a style="color: #000;" href="http://www.portaldasnoticias.com/contato/" target="_blank">Contato</a> | <a style="color: #000;" href="http://www.portaldasnoticias.com/contato/publicidade/" target="_blank">Anuncie</a><br style="clear:both"></b></p></p>
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		<title>Crítica &#124; O Lado Bom da Vida</title>
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		<pubDate>Sat, 02 Feb 2013 13:02:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Faulin</dc:creator>
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<p>Ao vencer o prêmio de melhor filme de comédia no Critics Choice Movie Awards, por &#8216;<strong>O Lado Bom da Vida</strong>&#8216;, David O. Russell dedicou a estatueta a seu filho, dizendo que ele havia realizado este filme para dar ao menino esperança, afirmando que este é o seu lado bom. E não foi por menos, afinal o roteirista e diretor de <em>Silver</em> <em>Lining Playbook</em>, nome original da produção, acerta em cheio ao contar de uma forma leve uma história simples e com mensagem positiva de forma que não acabe sendo piegas.</p>
<p>Baseado no romance de mesmo nome escrito por Matthew Quick e lançado em 2008, o longa tem como seus protagonistas <strong>Bradley Cooper</strong> (Se Beber Não Case) e <strong>Jennifer Lawrence</strong> (Jogos Vorazes). O filme conta a história de um homem (Cooper) que perdeu boa parte de sua vida após presenciar sua esposa o traindo de uma forma inescrupulosa, o que fez com que ele fosse internado em um hospital psiquiátrico até que recuperasse total sanidade e pudesse conviver novamente em sociedade. Quando Pat retorna à sua realidade, o único objetivo com o qual ele consegue lidar é recuperar o amor da esposa, que aparentemente sofria com suas constantes mudanças de humor em decorrência de um transtorno de bipolaridade que acabou com seu relacionamento. É então que ele conhece Tiffany (Lawrence), uma jovem viúva com problemas sexuais sem papas na língua.</p>
<p><a href="http://www.portaldasnoticias.com/wp-content/uploads/2013/02/silver_linings_playbook.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-27132" alt="silver linings playbook 615x410 Crítica | O Lado Bom da Vida" src="http://www.portaldasnoticias.com/wp-content/uploads/2013/02/silver_linings_playbook-615x410.jpg" width="615" height="410" title="Crítica | O Lado Bom da Vida" /></a></p>
<p>É notável que uma trama tão explorada anteriormente nas telas, sendo o roteiro perfeito para qualquer filme de comédia escrachada e cheia de pastelão, possa ganhar um formato bastante interessante que conta com a delicadeza de Russell em uma direção que interage diretamente com o espectador. Trata-se de um drama que poderia ser demasiadamente preocupante, pois é romântico e divertido. Mas ao invés disso se deixa envolver pela forma com que ele foi cuidadosamente elaborado. Tamanha cautela se deve pelo fato do diretor ter sido atraído pela história devido às relações familiares presentes no livro, pois assim como o protagonista do livro, seu filho sofre de transtorno bipolar e TOC.</p>
<p>A interação entre o elenco também chama a atenção ao reunir um número de atores compatível e que não muito tardiamente conquista o espectador. Seja pela complexidade encontrada por Cooper em viver um papel que carece de cuidados para não se tornar caricato ou pelo carisma natural de Lawrence, é difícil não aproveitar o longa de forma substancial. Até mesmo Robert De Niro dá o ar de sua graça em uma comovente performance que funciona em perfeita harmonia com a base oferecida pelo seu par, a competente atriz Jacki Weaver (Reino Animal). Ambos vivem os pais de Pat e apesar de serem coadjuvantes são totalmente indispensáveis na trama.</p>
<p>Seja por sua simplicidade e carisma natural ou pelo barulho de receber oito indicações ao Oscar, incluindo Melhor Filme e todas as quatro categorias de atuação (Melhor Ator, Atriz, Ator Coadjuvante e Atriz Coadjuvante), &#8216;O Lado Bom da Vida&#8217; certamente deve conquistar todo o tipo de público. Já se vê pelo seu título, que faz referência a um dito popular americano que trata o otimismo de forma delicada ao sugerir que o mal vem para o bem, como o contorno prateado de uma nuvem escondendo o sol.</p>
<p><p style="padding:5px;background: #ffb429;border:1px solid #ccc;clear:both;color: #000;"><a href="http://www.portaldasnoticias.com" target="_blank"><img src="http://www.portaldasnoticias.com/wp-content/uploads/2011/07/ponotpq.png" alt="ponotpq Crítica | O Lado Bom da Vida" style="float:left;padding:0 5px 5px 0" title="Crítica | O Lado Bom da Vida" /></a><b>Post originalmente publicado no <a style="color: #000;" href="http://www.portaldasnoticias.com" target="_blank">Portaldasnoticias.com</a><br> <a style="color: #000;" href="http://www.facebook.com/portaldasnoticias" target="_blank">Facebook</a> | <a style="color: #000;" href="http://www.twitter.com/portalnoticias" target="_blank">Twitter</a> | <a style="color: #000;" href="http://www.portaldasnoticias.com/contato/" target="_blank">Contato</a> | <a style="color: #000;" href="http://www.portaldasnoticias.com/contato/publicidade/" target="_blank">Anuncie</a><br style="clear:both"></b></p></p>
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		<title>Crítica &#124; A Viagem</title>
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		<pubDate>Sun, 13 Jan 2013 20:21:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Faulin</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.portaldasnoticias.com/a-viagem/">Crítica | A Viagem</a> - <a href="http://www.portaldasnoticias.com">PORTALDASNOTICIAS.COM</a></p><p><img class="alignnone size-medium wp-image-27001" alt="cloud atlas 02 615x345 Crítica | A Viagem" src="http://www.portaldasnoticias.com/wp-content/uploads/2013/01/cloud-atlas-02-615x345.jpg" width="615" height="345" title="Crítica | A Viagem" /></p>
<p>Quando pareceria não haver mais esperança para os <strong>irmãos Wachowski</strong> &#8211; que sofriam por não ver nenhum de seus filmes emplacarem nas bilheterias após a febre causada por <em>Matrix</em>, o que os levou a realizar produções independentes de Hollywood &#8211; eis que uma aposta temerária de grande elenco chegou fazendo barulho mas esqueceu de alguns fatores necessários para que sua ousadia fosse à altura da expectativa gerada ao seu público, que espera mais do que uma série de diálogos clichê e que facilmente podem deixá-los constrangidos nos momentos em que oportunamente deveria conquistá-los.</p>
<p>Apesar de ocorrerem em épocas e países distintos, em &#8216;<strong>A Viagem (<em>Cloud Atlas</em>)</strong>&#8216; seis histórias possuem uma interligação atemporal. No século XIX, um advogado enviado pela família para negociar a compra de novos escravos se envolve com um negro que está fugindo de um médico que o envenenou. Em 1930, um jovem compositor ajuda um idoso a compor uma nova sinfonia enquanto lida para superar um amor difícil de ser vivido. Já em 1970, uma jornalista se envolve em um escândalo que envolve o projeto de construção de um reator nuclear. Nos dias atuais, o dono de uma pequena editora, que lançou um livro que dificilmente dará retorno financeiro desencadeia o assassinato de um crítico que o torna uma celebridade instantânea. No futuro, um clone que trabalha em um restaurante fast food é despertado sobre sua existência, o que sugere uma crítica ao regime de trabalho imposto aos operários chineses. Em uma realidade pós-apocalíptica, o líder de uma civilização aparentemente antiga vê sua vida mudar quando um ser evoluído lhe pede para viver com sua tribo.</p>
<p>E como se o apanhado acima não fosse o suficiente para confundir o espectador, é preciso destacar que o sentimentalismo excessivo impera na produção, que caso tivesse &#8216;viajado&#8217; menos, poderia ter chegado a algum lugar. Ao contrário disso, &#8216;Cloud Atlas&#8217;, título baseado no best-seller publicado em 2004 por <strong>David Mitchell</strong>, peca ao insistir que suas personagens conhecem-se e voltam a reunir-se de uma vida para a próxima. Em uma obra literária, a qual podemos revirar as páginas a fim de nos guiarmos por um universo confuso e que exige completa atenção, é possível se envolver muito mais com uma história do que na tela grande, que de costume gosta de rejeitar formatos que extrapolam quase três horas de projeção. E a partir do pensamento do autor &#8211; que classifica sua obra como uma estrutura onde seis bonecas russas estão enfiadas umas nas outras, e atravessá-las pelo umbigo e sair pela espinha dorsal simula um grande desafio &#8211; parece que esta história deveria ter ficado mesmo é nos livros.</p>
<p><img class="alignnone size-medium wp-image-26998" alt="cloud atlas3 615x409 Crítica | A Viagem" src="http://www.portaldasnoticias.com/wp-content/uploads/2013/01/cloud-atlas3-615x409.jpg" width="615" height="409" title="Crítica | A Viagem" /></p>
<p>Em contrapartida, nitidamente composto por uma sinfonia de sons, imagens e sentimentos, a montagem tem excelentes camadas, talvez invisíveis inicialmente, mas que lidam lado a lado com a subjetividade que rende múltiplas interpretações. Aqui, não é possível tornar a trilha sonora do filme algo de grande admiração, afinal são as partes do sexteto de Cloud Atlas no piano que realmente chamam à atenção nos momentos em que são enquadradas. Também é notória a forma com que os efeitos visuais são aplicados, onde boa parte do material futurista nos dá uma sensação interessante que compõe os ambientes visuais do longa com inteligência. É daí que se nota como a maquiagem e figurino dos atores &#8211; destaque para a caracterização de <strong>Tom Hanks</strong> e <strong>Hugh Grant</strong>, que são verdadeiros camaleões em todos os tempos propostos &#8211; ajudam a sustentar esta visão utópica dos envolvidos em sua produção. Produção, esta, que torna este universo complexo em algo quase que realístico.</p>
<p>Sendo assim, &#8216;A Viagem&#8217; foca em nos convencer de que as ações e escolhas singulares de cada individuo têm consequências e impactos entre si no passado, presente e futuro distante. Uma alma é facilmente moldada de assassino a herói, e um simples ato de generosidade tem repercussões inimagináveis ao longo de séculos. E talvez por já ter sido considerada uma obra inadaptável, o longa dividirá bastante as opiniões, tornando-se um marco e uma decepção ao mesmo tempo. Nada é totalmente descartável, existe apenas a dificuldade em tornar algo tão grandioso em um filme que facilmente agrade a todos e se torne pouco mais entendível sem que seja preciso obrigatoriamente destrinchá-lo.</p>
<p><p style="padding:5px;background: #ffb429;border:1px solid #ccc;clear:both;color: #000;"><a href="http://www.portaldasnoticias.com" target="_blank"><img src="http://www.portaldasnoticias.com/wp-content/uploads/2011/07/ponotpq.png" alt="ponotpq Crítica | A Viagem" style="float:left;padding:0 5px 5px 0" title="Crítica | A Viagem" /></a><b>Post originalmente publicado no <a style="color: #000;" href="http://www.portaldasnoticias.com" target="_blank">Portaldasnoticias.com</a><br> <a style="color: #000;" href="http://www.facebook.com/portaldasnoticias" target="_blank">Facebook</a> | <a style="color: #000;" href="http://www.twitter.com/portalnoticias" target="_blank">Twitter</a> | <a style="color: #000;" href="http://www.portaldasnoticias.com/contato/" target="_blank">Contato</a> | <a style="color: #000;" href="http://www.portaldasnoticias.com/contato/publicidade/" target="_blank">Anuncie</a><br style="clear:both"></b></p></p>
<p><a href="http://www.portaldasnoticias.com/a-viagem/">Crítica | A Viagem</a> - <a href="http://www.portaldasnoticias.com">PORTALDASNOTICIAS.COM</a></p>]]></content:encoded>
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		<title>&#8216;O Canto da Sereia&#8217; estreia com sucesso e promete muitos mistérios</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Jan 2013 20:10:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Faulin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p><p><a href="http://www.portaldasnoticias.com/o-canto-da-sereia/">&#8216;O Canto da Sereia&#8217; estreia com sucesso e promete muitos mistérios</a> - <a href="http://www.portaldasnoticias.com">PORTALDASNOTICIAS.COM</a></p><p>&#8220;Você é a pessoa que ia fugir pra sempre?&#8221;, indaga o misterioso homem que aborda Sereia antes de sua ultima apresentação nos palcos. Com estreia [...]<p><p style="padding:5px;background: #ffb429;border:1px solid #ccc;clear:both;color: #000;"><a href="http://www.portaldasnoticias.com" target="_blank"><img src="http://www.portaldasnoticias.com/wp-content/uploads/2011/07/ponotpq.png" alt="Portaldasnoticias.com" style="float:left;padding:0 5px 5px 0"></a><b>Post originalmente publicado no <a style="color: #000;" href="http://www.portaldasnoticias.com" target="_blank">Portaldasnoticias.com</a><br> <a style="color: #000;" href="http://www.facebook.com/portaldasnoticias" target="_blank">Facebook</a> | <a style="color: #000;" href="http://www.twitter.com/portalnoticias" target="_blank">Twitter</a> | <a style="color: #000;" href="http://www.portaldasnoticias.com/contato/" target="_blank">Contato</a> | <a style="color: #000;" href="http://www.portaldasnoticias.com/contato/publicidade/" target="_blank">Anuncie</a><br style="clear:both"></b></p></p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.portaldasnoticias.com/o-canto-da-sereia/">&#8216;O Canto da Sereia&#8217; estreia com sucesso e promete muitos mistérios</a> - <a href="http://www.portaldasnoticias.com">PORTALDASNOTICIAS.COM</a></p><p><a href="http://www.portaldasnoticias.com/wp-content/uploads/2013/01/sereia-print.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-26952" alt="sereia print 615x334 O Canto da Sereia estreia com sucesso e promete muitos mistérios" src="http://www.portaldasnoticias.com/wp-content/uploads/2013/01/sereia-print-615x334.jpg" width="615" height="334" title="O Canto da Sereia estreia com sucesso e promete muitos mistérios" /></a></p>
<p>&#8220;Você é a pessoa que ia fugir pra sempre?&#8221;, indaga o misterioso homem que aborda Sereia antes de sua ultima apresentação nos palcos. Com estreia na noite desta terça-feira (8), &#8216;<strong>O Canto da Sereia</strong>&#8216; é a nova microssérie da Globo que terá 4 capítulos cheios de mistérios envoltos a uma trama de suspense e muitos segredos.</p>
<p>Escrita por George Moura, Patrícia Andrade e Sérgio Goldenberg, com supervisão de texto de Glória Perez, e direção-geral de José Luiz Villamarim e direção de núcleo de Ricardo Waddington, &#8216;O Canto da Sereia&#8217; é uma adaptação do livro homônimo do escritor Nelson Motta classificado como um &#8216;noir baiano&#8217;. Ambientado na Bahia, <strong>o assassinato da musa do carnaval Sereia</strong>, em plena terça-feira gorda, eletrizou Salvador &#8211; quem teria motivos para matar a linda Sereia, que aos 22 anos se tornara uma estrela exuberante do pop nacional? A princípio ninguém, mas a lei do suspense clássico também vigora nesta trama. Incluindo o mordomo, são todos suspeitos &#8211; os produtores artísticos, a fiel empresária, o compositor dos hits da artista e a mãe de santo mais poderosa da Bahia.</p>
<p>Em seu primeiro papel como protagonista de uma trama televisiva, <strong>Isis Valverde</strong> brilhou na pele da cantora Sereia. Esbanjando sensualidade e um carisma indiscutível, a morena fez bonito em cenas complexas de completa entrega de um artista que parece ter nascido para dar vida a sua personagem. Quem também chamou a atenção foi a atriz <strong>Camila Morgado</strong>, que consecutivamente vinha repetindo papéis onde seu lado humorístico era dominante. Aqui, Morgado busca um equilíbrio entre emoção e desespero e se sai vitoriosa em uma interpretação irretocável. No elenco ainda estão os atores Marcos Palmeira, Gabriel Braga Nunes, Marcos Caruso, Marcelo Médice, Fabíula Nascimento, Margareth Menezes, Zezé Motta, Fábio Lago, João Miguel entre outros destaques que também se destacaram logo neste primeiro capítulo.</p>
<p><a href="http://www.portaldasnoticias.com/wp-content/uploads/2013/01/sereia-mar.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-26953" alt="sereia mar 615x346 O Canto da Sereia estreia com sucesso e promete muitos mistérios" src="http://www.portaldasnoticias.com/wp-content/uploads/2013/01/sereia-mar-615x346.jpg" width="615" height="346" title="O Canto da Sereia estreia com sucesso e promete muitos mistérios" /></a></p>
<p>É importante enaltecer o trabalho de direção da dupla de <a href="http://www.portaldasnoticias.com/avenida-brasil-vence-premiacao-nacional-em-seis-categorias/"><strong>Avenida Brasil</strong></a>, José Luiz Villamarim e Ricardo Waddington, que mais uma vez demonstraram total controle entre uma trama e o envolvimento do público, este, freneticamente elogiando a microssérie nas redes sociais. Com um ritmo menos ágil que o da trama antecessora de Salve Jorge, é possível reconhecer uma visão mais poética que certamente fará todo sentido no desenrolar da produção. Trilha-sonora e fotografia também foram pontos altos na estreia.</p>
<p>Seja na morte antológica de sua protagonista, nos embates entre Tuta Tavares e Mara Moreira, na dor de cotovelo de Paulinho de Jesus ou nas previsões sinistras de Mãe Marina de Oxum, &#8216;O Canto da Sereia&#8217; certamente já conquistou os telespectadores que mantém seus televisores ligados em busca de um entretenimento de qualidade no horário tardio das produções globais noturnas. São tantos os elementos que envolveram o público que quase a pergunta que não quer calar acabou não sendo feita. <strong>Afinal, quem matou Sereia?</strong></p>
<p><p style="padding:5px;background: #ffb429;border:1px solid #ccc;clear:both;color: #000;"><a href="http://www.portaldasnoticias.com" target="_blank"><img src="http://www.portaldasnoticias.com/wp-content/uploads/2011/07/ponotpq.png" alt="ponotpq O Canto da Sereia estreia com sucesso e promete muitos mistérios" style="float:left;padding:0 5px 5px 0" title="O Canto da Sereia estreia com sucesso e promete muitos mistérios" /></a><b>Post originalmente publicado no <a style="color: #000;" href="http://www.portaldasnoticias.com" target="_blank">Portaldasnoticias.com</a><br> <a style="color: #000;" href="http://www.facebook.com/portaldasnoticias" target="_blank">Facebook</a> | <a style="color: #000;" href="http://www.twitter.com/portalnoticias" target="_blank">Twitter</a> | <a style="color: #000;" href="http://www.portaldasnoticias.com/contato/" target="_blank">Contato</a> | <a style="color: #000;" href="http://www.portaldasnoticias.com/contato/publicidade/" target="_blank">Anuncie</a><br style="clear:both"></b></p></p>
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